sexta-feira, 15 de junho de 2012

A completa história do computador

Podemos conceituar computador  como um grupo de artifícios eletrônicos que efetua o tratamento automático de informações e processamento de dados. Os computadores são de suma importância hoje em dia, pois podem realizar diversas tarefas com uma grande velocidade e precisão, fato que o homem jamais conseguiria sozinho.
Em épocas mais antigas, vários inventos foram desenvolvidos para fazer cálculos, como o ábaco, por exemplo, o que pode ser encarado como uma série de tentativas de desenvolver máquinas capazes de realizar tarefas que hoje os computadores realizam. No entanto, pode-se dizer que o patriarca dos mesmos foi criado muito mais tarde, na década de 40. Este era quase irreconhecível: pesava 30 toneladas, possuía aproximadamente 18.000 válvulas, realizava 5.000 contas por segundo e ocupava um imenso espaço físico.
Os inconvenientes relacionados ao grande espaço ocupado pelo computador foram minimizados durante a década de 50, com o descobrimento dos chips, minúsculas pastilhas de materiais semicondutores nas quais são baseados os circuitos eletrônicos.
Nos anos 60, a IBM, uma das precursoras na fabricação de computadores, lançou o seu “Sistema/360”, com nove processadores de meia polegada cada um. Após isso, várias empresas também criaram seus sistemas e o uso empresarial e científico das máquinas ganhou enorme força ao final da década.
Para possibilitar a entrada dos computadores nos lares, já que ainda ocupavam espaços físicos relativamente grandes, a Intel deu o pontapé inicial em 1971. A companhia criou o primeiro microprocessador, o “4004”, capaz de trabalhar com 60.000 informações por segundo. Com os avanços no uso dos microprocessadores, os computadores domésticos entraram no mercado a partir da década de 80. 

Para ler uma matéria completa, com muita riqueza em detalhes de informação e precisão histórica faça uma visita no site TECMUNDO clicando neste link: http://goo.gl/EWmMh

Fonte:
http://www.historiadetudo.com/

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Rede Wi-fi

Se você esteve recentemente em um aeroporto, em um café, em uma biblioteca ou em um hotel, é provável que tenha atravessado uma rede sem fio. Muitas pessoas usam a rede sem fio, também chamada de WiFi ou rede 802.11, para conectar seus computadores em casa. Um número cada vez maior de cidades usa a tecnologia para fornecer acesso de baixo custo à Internet aos seus moradores. No futuro próximo, a conexão sem fio pode se tornar tão difundida que você vai poder acessar a Internet em qualquer lugar e a qualquer momento, sem usar fios.
A rede WiFi tem muitas vantagens. Redes sem fio são baratas e fáceis de construir e também são discretas: a menos que esteja procurando por um lugar para usar seu laptop, você pode nem notar quando estiver em um hotspot (local de acesso à Internet). Neste artigo, vamos dar uma olhada na tecnologia que permite que a informação viaje pelo ar e rever o que é necessário para criar uma rede sem fio em casa.

Vamos começar com alguns princípios básicos da WiFi. Uma rede sem fio usa ondas de rádio, da mesma forma que os telefones celulares, televisões e rádio. Na verdade, a comunicação ao longo da rede sem fio é muito parecida com a comunicação de rádio emissor-receptor. Aqui está o que acontece:
  1. o adaptador sem fio para computador traduz os dados na forma de um sinal de rádio e os transmite usando uma antena.
  2. o roteador sem fio recebe o sinal e o decodifica. Ele envia a informação para a Internet usando uma conexão física Ethernet com fios.
O processo também funciona ao contrário, com o roteador recebendo informação da Internet, traduzindo-a na forma de sinal de rádio e enviando-a para o adaptador sem fio do computador.

Os rádios usados para comunicação WiFi são muito similares aos rádios usados para walkie-talkies, telefones celulares e outros aparelhos. Eles podem transmitir e receber ondas de rádio e podem converter 1s e 0s em ondas de rádio e convertê-las novamente em 1s e 0s. Mas os rádios WiFi têm algumas diferenças notáveis em relação aos outros rádios:
  • transmitem em freqüências de 2,4 GHz ou 5GHz, consideravelmente mais altas que as freqüências usadas para telefones celulares, walkie-talkies e televisões. A freqüência mais alta permite que o sinal carregue mais dados;
  • eles usam padrões de rede 802.11; há diferentes tipos:
    • o padrão 802.11b foi a primeira versão a chegar no mercado, mais lento e mais caro. Está se tornando menos comum à medida que baixa o custo dos padrões mais rápidos. O padrão 802.11b transmite na faixa de freqüência de 2,4 GHz do radio espectro. Ele consegue se comunicar em até 11 megabits de dados por segundo e usa o código CCK complimentary code keying (chaveamento de código complementar);
    • o padrão 802.11g também transmite em 2,4 GHz, mas é muito mais rápido que o 802.11b: ele consegue se comunicar em até 54 megabits de dados por segundo. O padrão 802.11g é mais rápido porque usa multiplexação ortogonal por divisão de freqüência (OFDM - orthogonal frequency-division multiplexing), uma técnica de codificação mais eficiente;
    • o padrão 802.11a transmite em 5 GHz, pode chegar a 54 megabits de dados por segundo e também usa a codificação OFDM. Padrões mais novos, como o 802.11n, podem ser até mesmo mais rápidos que o 802.11g. Contudo, o padrão 802.11n ainda não chegou à versão final.
  • Os rádios WiFi podem transmitir em quaisquer das 3 faixas de freqüência - e podem chavear rapidamente entre as diferentes faixas. Saltar a freqüência ajuda a reduzir a interferência e permite que vários dispositivos usem a mesma conexão sem fio, simultaneamente.
Contanto que tenham adaptadores sem fio, vários dispositivos podem usar um roteador para se conectar à Internet. Esta conexão é conveniente, virtualmente invisível e bem confiável. Contudo, se o roteador falhar ou se pessoas demais tentarem usar aplicativos ao mesmo tempo, os usuários podem sofrer interferências ou perder suas conexões. 

Fonte: 
http://informatica.hsw.uol.com.br

quarta-feira, 13 de junho de 2012

O que quer mesmo dizer Rede de Computadores?


Uma rede de computadores é um sistema de comunicação de dados constituído através da interligação de computadores e outros dispositivos, com a finalidade de trocar informações e partilhar recursos.
O funcionamento de uma rede de computadores implica um determinado conjunto de meios físicos (hardware) e determinados componentes de software.

  Ao nível dos Meios Físicos ou Hardware uma rede necessita de:
  •  Computadores - periféricos (que se pretende utilizar, tais como: discos, impressoras, modems,  etc.);
  •  Meios físicos de transmissão - trata-se, normalmente, de cabos que interligam os computadores; no entanto, também são possíveis sistemas de comunicação sem fios, através de ondas propagadas no espaço;
  •  Dispositivos de ligação dos computadores às redes: placas de interface de rede, modems e/ou outros dispositivos;
Ao nível de Software, uma rede de computadores normalmente implica:
  •  Drivers de placas de rede - peças de software que complementam o sistema operativo do computador, no sentido de este poder comunicar com a placa ou interface de rede;
  •  Protocolos de comunicação - normas convertidas em software que tornam possível tecnicamente a transmissão de dados entre os computadores envolvidos numa comunicação;
  •  Sistemas operativos que interligam os módulos de software necessários para trabalho em rede;
  •  Utilitários e programas de aplicação vocacionados para trabalho em rede.
 É usual dividir-se as redes de computadores em três categorias, relativamente à sua área de cobertura: redes de área local (LAN), redes de área metropolitana (MAN) e redes de área alargada (WAN).  
LAN é o acrónimo de Local Area Network, é o nome que se dá a uma rede de carácter local, e cobrem uma área geográfica reduzida, tipicamente um escritório ou uma empresa, e interligam um número não muito elevado de entidades. São usualmente redes de domínio privado;
MAN significa em inglês Metropolitan Area Network. Esta rede de carácter metropolitano liga computadores e utilizadores numa área geográfica maior que a abrangida pela LAN mas menor que a área abrangida pela WAN. Uma MAN normalmente resulta da interligação de várias LAN, cobrindo uma área geográfica de média dimensão, tipicamente um campus ou uma cidade/região, podem ser redes de domínio privado ou público. Pode estar inclusivamente ligada a uma rede WAN;
WAN significa Wide Area Network, e como o nome indica é uma rede de telecomunicações que está dispersa por uma grande área geográfica. A WAN distingue-se duma LAN pelo seu porte e estrutura de telecomunicações. As WAN normalmente são de carácter público, geridas por um operador de telecomunicações.


Fonte(s):